sábado, 12 de março de 2011


São Paulo, 12 de Março de 2011.
HOMENAGEM

O futebol, como os brasileiros aos poucos estão aprendendo, é um negócio.

MAS!

Antes de ser este negócio, era uma paixão.

É com esta paixão que o torcedor olha para o seu onze. Admirando as cores LINDAS do seu uniforme. E sonha vencer campeonatos.

Este texto é uma homenagem ao torcedor do CAXIAS. Que em nome deste amor ao futebol que nos une, torcedores de todas as bandeiras, há de suplantar esta tristeza, promovida pelos que odeiam o futebol paixão.

Afinal, levar o gol de empate, na decisão contra o Grêmio, na casa do adversário, aos 51 minutos do segundo-tempo é algo inesquecível.


O DIA SEGUINTE.

No dia seguinte, um tal Beltrame, deixou o Mengo do inexpulsável Ronaldinho Gaúcho, marcar aos 50 minutos do segundo tempo.


Quanto, não mais que três pontos, ganha o clube favorecido? Uma Taça Piratini? Uma Taça Guanabara? Valem menos do que tomar um mate na frente do Maracanã com meu pai, torcedor do Flamengo, pra assistir Bota Fogo e América. Eu tinha seis anos e o jogo foi 1 a 1.

Este texto também é uma homenagem ao torcedor do BANGÚ.

Não à manipulação de resultados para favorecer o patrocinador maior.





Este texto faz referência à decisão do primeiro turno do campeonato Gaúcho de 2011. Disputada em jogo único, no estádio Olímpico, o árbitro da partida assinalou 8 minutos de acréscimo ao segundo tempo. O placar apontava vitória do Caxias por 2 a 1. Com o empate, assinalado por Rafael Marques, a partida foi para a disputa de penaltis. Com vitória gremista por 4 a 1.


Flamengo e Bangú, empatavam em 1 a 1, dois gols de penaltis mal assinalados pelo árbitro. Terceira rodada do segundo turno. Taça Rio. Diego Mauricio deu a vitória ao clube da Gávea.

O Bota Fogo e América, era válido sei lá por qual torneio, me interessava mais brincar de carrinhos na cadeira de treliça da minha avó Luly.

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