terça-feira, 29 de março de 2011


São Paulo,23 de Março,2011.


Pintou o campeão.


O Tricolor foi rápido e discreto,como quase sempre acontece quando o assunto é gerrir o futebol. Chamou seu diretor que passava férias na Suiça e o enviou à Sevilla. O tal diretor hospedou-se na casa do atacante Luis Fabiano e acertou o retorno do centro-avante titular da seleção na última copa do mundo, para o Morumbi. E assim, driblando o rival alvinegro, reforçou substancialmente seu elenco.


Como escrevi, aqui nestas paragens a pouco tempo, o São Paulo então se credencia, não ao título paulista,pois Fabuloso não poderá ser inscrito no torneio estadual,mas à conquista da Copa do Brasil. Os frutos podem ser colhidos também no campeonato brasileiro, o tricolor volta a ter o melhor elenco do Brasil. Carpegiani vai acertando a equipe,preparando a renovação do sistema defensivo no meio do ano,independente da chiadeira egocêntrica dos atletas. Usa o campeonato paulista como laboratório para voltar ao topo. Diferentemente dos rivais alvinegros do estado, que o terão como tábua desalvação para o semestre.


Pintou o campeão.

quarta-feira, 16 de março de 2011


1 de Março de2011

Corinthians-Planejamento 2011

Outro clube do estado traçou o seguinte planejamento para 2011. Esperar pela xepa do mercado internacional, manter o treinador de histórico retranqueiro e vender o melhor jogador da equipe.


Ao invés de apurar a forma física, preferiu estrear o time titular no paulistão. Menosprezou o adversário na pré-libertadores e jogou e jogou fora o ano inteiro antes mesmo do carnaval.

Quanto amadorismo.

PS- Um atacante, um meia e um zagueiro (titular) são indispensáveis, não para o título do brasileirão, mas para tentar lugar entre os 4 primeiros no nacional.


1 de março 2011


SANTOS - DEMISSÃO DE ADÍLSON


O futebol, precedido de emoção e sucedido por análises. Tão dinâmico. Tão surpreendente. Não perdoa, não aguarda, não espera o jornalista consertar seu computador e ajustar sua coluna. O futebol é um rio volumoso de acontecimentos.


A torcida pressionou, a diretoria disfarçou mas aceitou e Adílson Batista deixou o comando técnico do Santos. 5 vitórias, 5 empates, 1 derrota. Sem Ganso e Neymar, sofreu com a pecha de inventor e com uma certa perseguição da midia esportiva paulista. Deixou o Peixe.


Quem irá substituí-lo? Amanhã os setoristas irão especular, Autuori, Abel, os badaladinhos milionários do Oriente Médio. Wagner Mancini? Dorival Jr? Dorval talvez fosse o nome certo, mas pegaria mal. Vamos de Martelotte até chegar o Abel.


Rafael, Jonatham, Durval, Dracena e Leo. Charles, Arouca, Elano e Ganso. Neymar e...
Zé Love, Maikon Leite, Keirrisson ou Diogo. Esse era e é o time. Todos sabem. Adílson buscava saber com quem poderia contar e em quais circunstâncias.


A derrota para o rival Corinthians fez uma vítima. A diretoria perdeu a mão e para mim, jogou fora a Libertadores 2011. Quanto amadorismo.

sábado, 12 de março de 2011


São Paulo, 12 de Março de 2011.
HOMENAGEM

O futebol, como os brasileiros aos poucos estão aprendendo, é um negócio.

MAS!

Antes de ser este negócio, era uma paixão.

É com esta paixão que o torcedor olha para o seu onze. Admirando as cores LINDAS do seu uniforme. E sonha vencer campeonatos.

Este texto é uma homenagem ao torcedor do CAXIAS. Que em nome deste amor ao futebol que nos une, torcedores de todas as bandeiras, há de suplantar esta tristeza, promovida pelos que odeiam o futebol paixão.

Afinal, levar o gol de empate, na decisão contra o Grêmio, na casa do adversário, aos 51 minutos do segundo-tempo é algo inesquecível.


O DIA SEGUINTE.

No dia seguinte, um tal Beltrame, deixou o Mengo do inexpulsável Ronaldinho Gaúcho, marcar aos 50 minutos do segundo tempo.


Quanto, não mais que três pontos, ganha o clube favorecido? Uma Taça Piratini? Uma Taça Guanabara? Valem menos do que tomar um mate na frente do Maracanã com meu pai, torcedor do Flamengo, pra assistir Bota Fogo e América. Eu tinha seis anos e o jogo foi 1 a 1.

Este texto também é uma homenagem ao torcedor do BANGÚ.

Não à manipulação de resultados para favorecer o patrocinador maior.





Este texto faz referência à decisão do primeiro turno do campeonato Gaúcho de 2011. Disputada em jogo único, no estádio Olímpico, o árbitro da partida assinalou 8 minutos de acréscimo ao segundo tempo. O placar apontava vitória do Caxias por 2 a 1. Com o empate, assinalado por Rafael Marques, a partida foi para a disputa de penaltis. Com vitória gremista por 4 a 1.


Flamengo e Bangú, empatavam em 1 a 1, dois gols de penaltis mal assinalados pelo árbitro. Terceira rodada do segundo turno. Taça Rio. Diego Mauricio deu a vitória ao clube da Gávea.

O Bota Fogo e América, era válido sei lá por qual torneio, me interessava mais brincar de carrinhos na cadeira de treliça da minha avó Luly.